quarta-feira, 4 de abril de 2012

"Mulheres. Nós todas com o mundo dentro do peito. Digo o mundo porque é assim que nos vejo, como sonhadoras, como atarefadas, como complicadas e sensíveis, como oito e oitenta. Quando a gente ama sai de baixo, é tudo ou nada. Quando a gente quer, não pense que mudaremos de idéia. Queremos e ponto. A gente sabe ver as coisas bonitas, a gente chora por tudo - ou por nada, a gente incorpora personagens de novela, tomamos raiva do vilão e até nos emocionamos em ver o casamento no último capítulo. Enquanto os homens são massacrados por notícias esportivas e jogos de videogame violentos. O mundo já não é violento o bastante pra quererem violência também na ficção? Nós pelos menos - e ao contrário do que pensam - sabemos que coisas de novela não acontecem na vida real, assitimos para distrair, para sonhar e pensar em como seria bom que fosse assim. Mas depois colocamos o salto alto que da bolhas em nossos pés e seguimos em frente. Enquanto acredito que alguns homens por mais que levantem do sofá e larguem seu videogame, ainda continuam sendo meninos brincando de viver, brincando de amar e brincando de ser gente."

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